sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Radionovela (IC)


Bom esse é o ponta pé inicial da minha INICIAÇÃO CIENTIFICA.

A professora Doutora Vera Cristina, me chamou para fazer parte do programa de pesquisas da universidade (IC). Foram apenas dois dias pra eu pensar no tema de escrever o projeto.

Numa aula foi discutida a existência da radionovela, e me interessei pelo, e foi assim que nasceu o projeto, varias interrogações me veio a cabeça.

Como surgiu?

Porque acabou?

Como era feita?

Pra quem era feita?

Quem assistia? por que?

entre outras perguntas....


Minhas pesquisas bibliograficas estão cada vez mais difíceis, pois não encontro nada sobre o assunto, o google não tem me ajudado.

Achei a biografia da atriz ARLETE MONTENEGRO, que foi uma radioatriz da Rádio São Paulo seria ótimo conversar com ela, mas ainda não tentei um contato.

Conversei com um grupo senhoras que ouviam as novelas na adolescência e foi muito legal a troca, com elas, falaram o que chamava atenção, uma se interessava pelo assunto que era tratado, outras sonhavam com os galãs, muito acabavam se decepcionando quando os via nas revistas, e elas sonhavam em fazer parte daquele mundo.

Entre ela tinha amiga da Cacilda Becker, namoradinha do Golias, Flerte com Paulo Gracindo.

E quando estava terminado e de saída, me convidaram pra assistir o ensaio do coral que ela faziam parte, lindas vozes, e uma senhora se aproximou me contou os problemas pessoais, e ainda me falou pra tentar resgatar as radionovelas e pensar no deficientes visuais.

"A televisão não deixa o povo usar a imaginação mostra tudo pronto".

A radionovela era rica em detalhe pois não tinha o artificio da imagem a seu favor, quem ouvia criava o seu próprio mocinho, vilão, sua heroína, existiam varias, de acordo com numero de ouvintes.

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